sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Briefing PT: 3 destaques de 25 de setembro de 2026
Sinnet amplia aposta em IA na Mongólia Interior — fornecedores brasileiros de infraestrutura de data center podem se beneficiar
O aporte de RMB 1,265 bilhão (USD 175 milhões) da Sinnet no centro de computação inteligente de Helingeer, na Mongólia Interior, amplia a demanda chinesa por refrigeração líquida, transformadores, módulos de energia e cabeamento de fibra óptica — itens da pauta brasileira de bens elétricos e de engenharia de integração. Para fornecedores de nicho em infraestrutura de data center, o BNDES e a ApexBrasil ganham um sinal concreto de encomendas no mercado asiático nos próximos trimestres.
Ação: Consulte o ComexStat para monitorar exportações brasileiras de transformadores, cabos de fibra óptica e módulos de energia à China (NCMs 8504 e 8544); verifique no BNDES linhas de crédito à exportação e FINAME para fornecedores de infraestrutura elétrica que queiram se posicionar em projetos asiáticos; acione a ApexBrasil para mapear licitações de data centers na Ásia e identificar compradores chineses de refrigeração líquida.
Yicai · 24 de set.
Lenovo aposta em 'IA+ nativa' em tablets — fabricantes brasileiros de eletrônicos reavaliam estratégia de software
A ofensiva da Lenovo com tablets 'IA+' e o sistema Tianxi AI 4.3 pressiona o setor de Eletrônicos e máquinas no Brasil: Motorola, Samsung, Positivo e Multilaser precisam decidir entre licenciar IA de terceiros ou desenvolver camada própria para manter competitividade no varejo e incentivos da Zona Franca de Manaus. Importadores de eletrônicos devem recalibrar portfólio para 2025, pois modelos sem IA nativa podem perder espaço em NCMs de tablets e smartphones.
Ação: Consulte a ANATEL sobre requisitos de homologação e certificação de tablets com IA embarcada; Acompanhe no ComexStat a evolução das importações brasileiras de tablets e componentes eletrônicos por NCM; Verifique com a Receita Federal as regras de conteúdo local e incentivos da Zona Franca de Manaus aplicáveis a software de IA integrado.
36Kr · 24 de set.
BRICS constrói arquitetura financeira para transição verde — Brasil busca acesso a fundos climáticos
O BRICS discute linhas-piloto em moedas locais via Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, capital autorizado de USD 100 bilhões), com potencial de reduzir o custo de capital para projetos de energia, infraestrutura e agronegócio no Brasil — hoje dependentes de funding internacional e de empresas como Petrobras, Eletrobras e Suzano. O impacto é indireto (via acesso a funding e custo de capital), não imediato, e depende de três gatilhos operacionais que ainda não estão fechados: reunião do NDB, resolução do Banco Central e operação do SBCE.
Ação: Acione o BNDES para mapear cofinanciamento com o NDB e estruturar garantias para projetos de bioeconomia e adaptação climática; Consulte o Banco Central sobre cronograma de liquidação em moedas locais do BRICS e sobre a regulamentação do SBCE (mercado de carbono); Monitore na B3 os spreads de captação e o mercado de carbono para calibrar o custo de capital de projetos de descarbonização.
CGTN — Business · 25 de set.