← Ferramentas
Conhecer a China

Roteiros pela China

Responda três perguntas e receba um roteiro clássico, dia a dia, com as cidades, os deslocamentos e o que ver em cada lugar. Ajuste do seu jeito e mande para os amigos pelo WhatsApp.

4 dias21 dias

Sem contar os dias de voo entre o Brasil e a China.

2. O que você mais quer ver?
3. Qual o seu ritmo?

O ritmo da maioria dos viajantes

Roteiros clássicos

🌆 Metrópoles do Futuro

Roteiro de 10 dias pela China

Arranha-céus, trens que atravessam prédios, lojas de tecnologia e muitas compras: a China urbana em quatro cidades.

10 dias5 cidades≈ 2.560 km entre cidadesQuem quer ver a China urbana e fazer compras · 7 a 12 dias

Cidades deste roteiro (toque para incluir ou tirar)

PequimChengdu1Xangai2Chongqing3Guangzhou (Cantão)4Shenzhen5Hong Kong
Mapa esquemático · posições aproximadas

Mande para quem vai com você

O link abre exatamente este roteiro.

  1. 1

    Dias 1–3

    Xangai

    A vitrine da China moderna, entre arranha-céus e a arquitetura dos anos 1930.

    Saiba mais na Wikipédia
    • Dia 1The Bund ao entardecer, com a vista dos arranha-céus de Lujiazui do outro lado do rio.
    • Dia 2Jardim Yu e cidade antiga pela manhã; ruas arborizadas da antiga Concessão Francesa à tarde.
    • Dia 3Mirante da Shanghai Tower, um dos prédios mais altos do mundo, e bolinhos xiaolongbao no almoço.
  2. Xangai → Chongqing · voo, cerca de 2h30 a 3h · ≈ 1.440 km

    2

    Dias 4–5

    Chongqing

    A cidade vertical, construída sobre morros à beira do rio Yangtzé.

    Saiba mais na Wikipédia
    • Dia 4Hongyadong iluminado à noite e o monotrilho que atravessa um prédio residencial (estação Liziba).
    • Dia 5Teleférico sobre o rio Yangtzé e hotpot apimentado no estilo de Chongqing.
  3. Chongqing → Guangzhou (Cantão) · voo doméstico (consulte horários) · ≈ 980 km

    3

    Dias 6–7

    Guangzhou (Cantão)

    Berço do dim sum e sede da Feira de Cantão.

    Saiba mais na Wikipédia
    • Dia 6Ilha Shamian, com prédios coloniais, e a Canton Tower iluminada à noite.
    • Dia 7Feira de Cantão (edições de primavera e outono) ou mercados atacadistas da cidade. Veja o calendário de feiras antes de fechar as datas.
  4. Guangzhou (Cantão) → Shenzhen · trem-bala, cerca de 40 min · ≈ 110 km

    4

    Dia 8

    Shenzhen

    O laboratório de tecnologia e manufatura da China.

    Saiba mais na Wikipédia
    • Dia 8Huaqiangbei, um dos maiores mercados de eletrônicos do mundo, e lojas-conceito de marcas chinesas de tecnologia e carros elétricos.
  5. Shenzhen → Hong Kong · metrô ou trem-bala, menos de 1h · ≈ 30 km

    5

    Dias 9–10

    Hong Kong

    Arranha-céus, dim sum e trilhas com vista para a baía.

    Saiba mais na Wikipédia
    • Dia 9Bondinho até o Victoria Peak e travessia no Star Ferry até Tsim Sha Tsui.
    • Dia 10Dim sum no café da manhã e mercados de rua de Mong Kok.

    💡 Hong Kong é uma Região Administrativa Especial com controle de imigração próprio: seguir para a China continental conta como uma nova entrada.

Tempos de deslocamento aproximados. Confira horários de trem no app oficial 12306 ou em agências on-line, e reserve com antecedência atrações que exigem ingresso nominal.

Para entender a China antes de ir

Seis coisas que surpreendem quem chega do Brasil pela primeira vez.

Do tamanho do Brasil

São 9,6 milhões de km², contra 8,5 milhões do Brasil. Entre Pequim e Hong Kong são quase 2.000 km em linha reta — mais ou menos a distância do Rio de Janeiro a Recife.

Quase sete Brasis de gente

Mais de 1,4 bilhão de habitantes. Em feriados nacionais, centenas de milhões de pessoas viajam ao mesmo tempo.

Um fuso só, 11 horas à frente

O país inteiro usa o horário de Pequim, 11 horas à frente de Brasília. Meio-dia em São Paulo é 23h na China.

A maior rede de trem-bala do mundo

Entre as grandes cidades, o trem-bala costuma ser mais prático que o avião: estações no centro e embarque rápido.

Um país que paga com o celular

Quase tudo se paga por QR code. Alipay e WeChat Pay aceitam cartões de crédito estrangeiros; leve também algum dinheiro em espécie.

Não existe uma "comida chinesa"

São dezenas de cozinhas regionais: a de Sichuan é apimentada, a cantonesa é delicada, a do norte gira em torno de massas e bolinhos.

Mito ou verdade?

Teste o que você sabe sobre viajar pela China. Toque na sua resposta.

“Precisa falar chinês para viajar pela China.”

“Dá para pagar tudo com cartão de crédito.”

“A Grande Muralha pode ser vista do espaço a olho nu.”

“As grandes cidades chinesas são seguras para andar à noite.”

“O yakissoba é um prato típico da China.”

“Google, WhatsApp e Instagram não funcionam nas redes locais chinesas.”

Dicas práticas para estrangeiros na China

Feriados, clima, pagamentos, comida e saúde. Onde existe uma fonte oficial, ela está indicada em cada item; onde não existe, avisamos que a dica é nossa.

Fuja dos grandes feriados

No Ano-Novo Chinês (janeiro ou fevereiro) e na Semana Dourada (1º a 7 de outubro), o país inteiro viaja: trens, hotéis e atrações lotam e os preços sobem. O calendário oficial de feriados sai todo ano; confira antes de fechar as datas.

Evite o horário de pico

Nas grandes cidades, o metrô fica muito cheio nos dias úteis de manhã cedo e no fim da tarde. Deixe os deslocamentos com mala para fora desses horários e chegue com folga às estações de trem-bala: há controle de segurança e de documentos antes do embarque. Passagens são nominais e saem pelo site oficial da ferrovia.

Um país, vários climas

A China tem o tamanho de um continente: no inverno, Pequim fica abaixo de zero enquanto Hong Kong e Macau seguem amenos; no verão, quase todo o país é quente e úmido, e o litoral sul e leste tem temporada de tufões. Primavera e outono são as épocas mais agradáveis. Confira a previsão de cada cidade do roteiro.

Pagamentos na China continental

Na China continental, quase tudo se paga por QR code. Segundo o guia oficial de pagamentos para visitantes, Alipay e WeChat Pay aceitam cartões internacionais, com limite de US$ 5.000 por transação e US$ 50.000 por ano; hotéis de três estrelas ou mais e as principais atrações devem aceitar cartões estrangeiros; e cartões UnionPay passam nas maquininhas do comércio. Leve também algum dinheiro em espécie.

Entrada na China continental

Para entrar na China continental, estrangeiros preenchem um cartão de chegada. Ele pode ser enviado pela internet antes da viagem, sem custo, pelo site da Administração Nacional de Imigração; quem não enviar preenche na chegada. As regras de visto e de isenção mudam: confirme na Embaixada da China no Brasil antes de comprar a passagem. Ande sempre com o passaporte: ele é pedido em hotéis, trens e atrações.

À mesa

Beba água engarrafada ou fervida. Muitos restaurantes têm cardápio com fotos ou por QR code, e um tradutor por câmera resolve o resto. Se tiver alergia ou restrição alimentar, leve o aviso por escrito em chinês no celular. Em Sichuan e Chongqing, pergunte o nível de pimenta antes de pedir.

Dica da redação, sem fonte oficial.

Saúde e seguro

Contrate um seguro-viagem com cobertura médica antes de embarcar. Grandes hospitais de Pequim e Xangai têm departamentos internacionais com atendimento em inglês; os guias oficiais das duas cidades explicam como marcar consulta e como pagar. Leve seus remédios de uso contínuo na embalagem original, com a receita. Confira antes da viagem as exigências sanitárias de entrada e trânsito e se o seu itinerário exige o certificado internacional de vacinação (CIVP), emitido pela Anvisa.

Hong Kong e Macau têm regras próprias

As dicas de pagamento, entrada e emergência acima valem para a China continental. Hong Kong e Macau são Regiões Administrativas Especiais, com imigração, moeda e telefones próprios: o número geral de emergência é 999 nas duas (em Macau, também 110 e 112). Se o roteiro passa por elas, confira as regras de entrada de cada uma e lembre que voltar à China continental conta como uma nova entrada.

Antes de embarcar

O checklist prático. Regras de entrada e horários mudam: confirme sempre nas fontes oficiais antes de comprar passagens.

  1. 1

    Visto ou isenção

    Desde junho de 2025 a China passou a admitir brasileiros sem visto por até 30 dias, em regime experimental com prazo definido. Antes de comprar a passagem, confirme no site da Embaixada da China no Brasil se a isenção segue em vigor e quais são as condições.

  2. 2

    Passagem aérea

    Não há voo sem escala entre o Brasil e a China. As conexões mais comuns passam pela Europa ou pelo Oriente Médio, com mais de 24 horas de viagem no total.

  3. 3

    Internet e apps

    Contrate roaming ou um eSIM internacional antes de sair do Brasil. Baixe um app de mapas que funcione na China e um tradutor com modo offline.

  4. 4

    Pagamentos

    Instale Alipay ou WeChat Pay e vincule seu cartão ainda no Brasil. Guarde algum dinheiro em espécie para imprevistos.

  5. 5

    Trens e ingressos

    Passagens de trem e ingressos de atrações famosas são nominais: compre com o número do passaporte, pelo app oficial 12306 ou por agências on-line, e leve o passaporte no dia.

  6. 6

    Tomadas e clima

    A voltagem é 220 V. As tomadas seguem outros padrões (muitas aceitam pinos redondos finos, mas não todas): leve um adaptador universal. Primavera e outono têm o clima mais agradável; evite a Semana Dourada (1º a 7 de outubro) e o Ano-Novo Chinês, quando o país inteiro viaja.

Vai à China também a negócios?

Veja o calendário das principais feiras e, antes de fechar com uma empresa chinesa, confira quem está do outro lado.

Informações gerais de viagem, sem vínculo com companhias aéreas, hotéis ou agências. Conteúdos de parceiros estão identificados como tal. Tempos de deslocamento são aproximados.